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Palestra 1 : COMUNICACAO NA RELACAO PEDAGOGICA
Palestrante: Prof. Dra. Gabriela Goncalves (UALG) Data: Dia 25 de janeiro de 2012 Local: Biblioteca Escolar da escola secundaria de Albufeira Destinatarios: professores de todos os grupos de recrutamento (inscricoes limitadas) Custos: sem custos Horario/duracao: 14.30 - 17.00 (aproximadamente)
Sinopse: Comunicar e partilhar um conjunto de informacoes (emocoes, pensamentos, conhecimentos, etc… ) cujo objetivo e centrado no recetor. Assim, o recetor, neste caso o aluno, assume um papel fundamental. Esta palestra pretende, por um lado, analisar e defender o papel do aluno (recetor) na comunicacao pedagogica e, por outro lado, apresentar e discutir as variaveis intervenientes a que o professor devera atentar para comunicar de forma eficaz e eficiente.
Palestra 2 : SOBREVIVER A ESCOLA - DA PEDAGOGIA A EDUCACAO
Palestrante: Prof. Dr. Rui Penha (UALG) Data: 29 de fevereiro Local: BE da escola secundária de Albufeira Destinatarios: professores de todos os grupos de recrutamento (inscricoes limitadas) Custos: sem custos Horario/duracao: 14.30-17.00 (aproximadamente)
Sinopse: A escola contemporanea encerra algumas caracteristicas que ao longo do tempo nela se embeberam profundamente e sao suscetiveis de afetar significativamente a autoconfianca de alunos e a pedagogia de professores. Dentre estas, destaca-se a comparacao constante (notas, e regime intenso de testes) adicionada a obrigatoriedade de atendimento a aulas. Pretende-se na palestra enfatizar porque e que todos os alunos apesar de serem eminentemente inteligentes ao dominarem o que e de mais complexo que e uma lingua, sao repetidamente, por vezes de forma subtil, alvo da mensagem que ate podem ser algo ou mesmo bastante incompetentes. Dar-se-ao exemplos da matematica e outros, em que se pretende demonstrar que uma mente inteligente nao pode de facto interessar-se pelos assuntos, tal como por vezes (demasiadas vezes) sao expostos. Abordar-se-ao concretamente, do ponto de vista pedagogico, dois topicos: primeiro, o facto de a palavra nao ser a coisa; segundo, confrontar-se-a a interrogacao – “qual o verdadeiro oposto de sentimentos de inferioridade?”. |